O AMC CRIME estreia a 16 de julho, pelas 22h45, a nova série “Rostos do Mal”.
A face do mal nem sempre é fácil de identificar. Por vezes, os maiores perigos escondem-se atrás de um sorriso simpático, de uma personalidade afável ou de uma aparência completamente inofensiva. Em julho, “Rostos do Mal” chega ao AMC CRIME, traçando o perfil de seis assassinos da vida real com histórias perturbadoras.
Embora estes sejam alguns dos assassinos mais letais dos EUA e do Reino Unido, a realidade é que, durante anos, estes indivíduos viveram vidas comuns, escondendo a sua natureza violenta e mortal. Assim, ao longo de cada episódio, a série analisa como estes assassinos conseguiram ocultar crimes horríveis sob a fachada de uma existência banal.
Dorothea Puente

Uma simpática senhora idosa que geria uma acolhedora pensão? Longe disso! Esta imagem parece saída de um filme reconfortante, mas a realidade era muito mais sombria. Durante anos, Dorothea Puente fez-se passar por uma senhoria carismática e prestável, enquanto assassinava inquilinos vulneráveis, enterrando-os na sua propriedade para continuar a receber os seus benefícios da Segurança Social.
O caso chocou os Estados Unidos devido ao contraste entre a sua aparência maternal e a crueldade dos seus atos. As suas vítimas de Puente eram frequentemente idosos ou pessoas com deficiência, indivíduos particularmente vulneráveis que se tornavam alvos fáceis da sua manipulação.
Patrick Kearney
Patrick Kearney é outro exemplo de uma pessoa aparentemente incapaz de fazer mal a uma mosca, mas que se revelou um verdadeiro monstro. Durante as décadas de 60 e 70, este homem, aparentemente calmo e carismático, escondeu ser um dos mais perigosos assassinos em série da sua época.
Kearney procurava homens à procura de boleia ou em situações vulneráveis, atraindo-os para o seu carro. Depois de os convencer a entrar no seu veículo, a cordialidade inicial rapidamente dava lugar à violência. Após os homicídios, desmembrava os corpos e abandonava os restos mortais ao longo de várias autoestradas, numa tentativa de dificultar a investigação.
Phillip Austin
Ao contrário de outros nomes desta lista, Phillip Austin não construiu uma longa carreira criminosa nem acumulou uma longa lista de vítimas. Ainda assim, o seu crime permanece como um dos mais chocantes do Reino Unido.
Considerado o patriarca de uma família aparentemente feliz e estável, Austin assassinou a esposa, estrangulou as duas filhas e matou até o cão da família. A brutalidade do ato e a ausência de sinais evidentes de conflito deixaram o país em choque, alimentando debates sobre saúde mental e violência doméstica.
Robert Berdella

Robert Berdella atraía os homens para a sua casa sob vários pretextos, onde os submetia a torturas prolongadas antes de os assassinar. Mais perturbador ainda era o facto de Berdella manter registos minuciosos dos seus crimes, documentando os abusos em detalhe para mais tarde reviver as experiências.
Durante anos, os desaparecimentos de várias pessoas em Kansas deixaram as autoridades sem saber o que fazer. No entanto, após uma investigação os levar a casa de Berdella, aquele cenário macabro permitiu-lhes obter respostas, levando a um julgamento célere.
Russell Bishop
Um dos assassinos mais chocantes do Reino Unido, Russell Bishop foi responsável pela morte duas crianças em 1986. Apesar de ter sido considerado suspeito desde o início, a falta de provas suficientes permitiu-lhe escapar à condenação durante vários anos.
No entanto, com o avanço das técnicas forenses e a persistência dos investigadores, surgiram finalmente evidências que possibilitaram a sua condenação. O caso tornou-se um exemplo marcante da importância da evolução científica na resolução de crimes antigos.
Billy Dunlop

O caso de Billy Dunlop é um dos mais controversos da justiça britânica. Condenado pelo homicídio de Julie Hogg, cometido em 1989, o seu percurso judicial foi tudo menos simples.
Inicialmente absolvido por falta de provas conclusivas, Dunlop beneficiou das leis então em vigor, que impediam um novo julgamento pelo mesmo crime. No entanto, a mãe de Julie recusou desistir da luta por justiça. A sua persistência levou a importantes alterações legislativas no Reino Unido e abriu caminho para que Dunlop fosse finalmente julgado e condenado pelo homicídio.
Ao longo dos seus episódios, “Rostos do Mal” combina imagens de arquivo, entrevistas exclusivas e investigação aprofundada para reconstruir tanto os crimes como os respetivos processos judiciais. Mais do que explorar a mente dos assassinos, a série procura dar voz às vítimas e às suas famílias, revelando o impacto duradouro destes casos sem recorrer ao sensacionalismo.
Vem descobrir!
A nova série “Rostos do Mal” tem estreia marcada no AMC CRIME para o dia 16 de julho, pelas 22h45.
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