“Conta-me como morri” é a nova série do AMC Crime, com estreia marcada para o dia 4 de abril, pelas 22h45.
O mundo está cheio de mistérios, onde simples acidentes acabam por se transformar em algo muito mais grave. As mortes por acidentes nem sempre são tão simples quanto originalmente se pensava, e por vezes dão origem a complexas investigações que revelam segredos escondidos, acabando mesmo por comprovar a intervenção de terceiros.
Em “Conta-me como morri” os espectadores têm oportunidade de acompanhar o extraordinário mundo da patologia forense como nunca antes. Episódio a episódio, os espectadores são levados a acompanhar os patologistas durante as autópsias e na realização de análises às provas, em busca de qualquer detalhe que ajude os investigadores a desvendar os segredos que os levem a expor toda a verdade.
As histórias domésticas
Durante os séculos XIX e XX, muitas das mortes ocorridas em ambientes domésticos eram tidas como naturais ou acidentais. Porém, após se tornar mais comum a realização de autópsias e investigações forenses, é que se veio a revelar que muitos destes casos aparentemente inocentes se tratavam verdadeiramente de crimes hediondos, resultado de violência doméstica, falta de condições de vida ou até mesmo negligência.
O escândalo de Virginia Rappe
Em 1921, a jovem e talentosa atriz Virginia Rappe foi encontrada morta, tendo sido na altura declarado que falecera de uma simples rutura na bexiga. No entanto, foi mais tarde revelado que a morte havia sido causada devido a danos sofridos durante uma violação agressiva por parte do ator Fatty Arbuckle. Contudo, devido à falta de provas e à cultura da altura, Arbuckle acabou por ser dado como não culpado em tribunal.
O enigma de Natalie Wood
Natalie Wood foi uma atriz norte-americana que faleceu em circunstâncias misteriosas em 1981. A atriz de “Fúria de Viver” foi vítima de afogamento e o seu caso foi dado como um acidente durante várias décadas. No entanto, alguns testemunhos levaram à reabertura da investigação, após revelarem detalhes que apontaram para que o afogamento tivesse intervenção de terceiros. Contudo, após vários anos depois da reabertura do caso, o enigma por detrás da morte de Wood continua por desvendar.
O mistério de Julia Howe
O caso de Julia Howe é outro exemplo chocante de uma morte que inicialmente foi dada como nada mais do que um simples acidente, mas que mais tarde se revelou algo muito mais macabro. Howe faleceu no que aparentou ser uma simples queda acidental na sua casa de banho, porém, após uma investigação mais aprofundada, revelou-se um homicídio. Mitchell McIntyre foi acusado e condenado em 2022 pela morte de Julia Howe, depois de a ter alvejado na sequência dea um breve confronto.
O caso de Marilyn Sheppard
No ano de 1954, Marilyn Sheppard foi assassinada na sua própria casa, durante uma aparente invasão domiciliária. No entanto, após uma aprofundada investigação, foi revelado que a morte da mulher, que se encontrava grávida na altura do incidente, foi causada pelo próprio marido, Dr. Sam Sheppard. O homem foi condenado em tribunal, mas negou sempre o seu envolvimento no caso, e acabou por ser absolvido após a repetição do julgamento.
Ao longo de 8 episódios, “Conta-me como morri” dá a conhecer as investigações forenses responsáveis por desvendar os segredos do mundo do crime, acompanhando especialistas e explorando técnicas únicas utilizadas para resolver “acidentes” que levantam suspeita. Através da ciência e de métodos de investigação, a série traz até aos espectadores um olhar especializado a casos de mortes que afinal não foram bem o que pareciam.
Vem descobrir!
Dia 4 de abril, estreia no AMC Crime a nova série do canal, “Conta-me como morri”.
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